segunda-feira, 2 de junho de 2008

Queiriga

Igreja Matriz
A actual Igreja Matriz é de construção simples e foi edificada entre 1953 e 1965. Possui bons paramentos entre os quais uma rica custódia de prata e uma cruz do mesmo metal. A paróquia dispõe de um museu com espólio das minas e arte sacra. Salienta-se ainda uma igreja barroca do século XVIII com três altares em talha da renascença.
Capelas
Do século XVIII serão também as Capelas de Santo António, já referida em documentação de 1755, e a de São Pedro em Lousadela, em cujo campanário se encontra inscrita a data de 1732. Existem ainda as Capelas de Santa Bárbara e a de Santa Eufémia, anexa à casa da família Carrilho, que datará do século XVI.

Planta da Queiriga


segunda-feira, 12 de maio de 2008

Queiriga

Queiriga é uma das freguesias do concelho de Vila Nova de Paiva, de cuja sede dista cerca de 6 quilómetros, no distrito de Viseu. O seu orago é S. Sebastião.
Tem uma área aproximada de 35 Km² e, segundo sensos de 2001, uma população residente de 715 habitantes, sendo a densidade populacional de 21 Hab/km2.
Ao que tudo indica, o topónimo da freguesia é um derivado do genitivo de origem germânica, do nome pessoal Quedericus, aludindo a Quederici ou seja, “vila de Quedericus”. No entanto, a tradição popular acredita que o topónimo deriva de “queiró”, planta abundante na freguesia.
Situada a cerca de 4 Km da margem esquerda do rio Paiva e a cerca de 3,5 Km da margem direita do rio Vouga, a freguesia de Queiriga deverá ter tido o seu povoamento na época do domínio romano, pois na região são muitos os vestígios dessa época; contudo, não se exclui a hipótese de ocupação humana em épocas mais longínquas, até porque é visível pelos vários sinais encontrados na região e na freguesia, como antas e dolmens, nos lugares de Juncais (classificada de Monumento Nacional), Fojinho e do Seixinho, como pela sua estratégia de implantação, de carácter defensivo e de controlo sobre o território.
Desde tempos anteriores à monarquia portuguesa que o território desta freguesia fazia parte da “terra” ou julgado de Cota, o qual, em 1128, quando D. Teresa doou Fráguas (por ela coutada) a Garcia Garcês e D. Elvira Mendes, sua mulher, partia com o dito couto. Assim, ocupando uma boa parte da “terra” de Cota, o território da actual freguesia foi aforado por carta de povoação, dada pelo Conde D. Henrique e por D. Teresa, antes, portanto, de 1114. Depois, alguns anos antes de 1223, Queiriga, com toda a terra da Cota, foi doada a D. Martim Fernandes, filho-de-algo, e a sua mulher D. Estefânea Soares. D. Martim Fernandes acabou depois por doar Queiriga e provavelmente toda a “terra” de Cota à Ordem do Hospital, de forma que esta, passou a ter todo o senhorio por honra. Neste julgado, a coroa ficou apenas com o direito de nomear o juiz local, cargo que por muitas vezes serviram alguns habitantes de Queiriga.
No eclesiástico, Queiriga foi um curato da apresentação da abadia de Cota; e no administrativo pertencia, em 1775, ao concelho de Mões, mas extinto este, passou a fazer parte do de Viseu, do qual passaria para o de Fráguas em 1852. Extinto o concelho de Fráguas em 7 de Setembro de 1895, Queiriga passou então ao concelho de Sátão, onde se manteve até 13 de Janeiro de 1898, ano em que o concelho de Fráguas era restaurado com nova denominação: Vila Nova de Paiva.
No aspecto patrimonial, para além do já referido espólio arqueológico, Queiriga apresenta ainda a Igreja Matriz e as capelas de Santa Eufémia e as alminhas.
A nível económico, a agricultura e a pecuária continuam a ser as principais actividades dos habitantes de Queiriga.
Além da povoação da Queiriga, fazem parte da freguesia as povoações de Lousadela, Minas de Lagares ou Santa Barbara e a Quinta das Balas.

Parque botânico no antigo viveiro

O antigo viveiro florestal de Queiriga, junto à Estrada Nacional 323, em Vila Nova de Paiva, foi transformado em parque botânico. A inauguração do espaço é a 10 deste mês. São oito hectares de um verde imenso, que reúne mais de um milhar de diferentes espécies botânicas, divididas por famílias, usos etnobotânicos e industriais, propriedades medicinais e características aromáticas. Tem ainda um conjunto de edifícios destinados à investigação laboratório, centro de interpretação e atelier."Está tudo pronto", garante Paulo Barracosa, coordenador científico, impulsionador e a alma do projecto, um dos mais importantes e significativos do género entre os desenvolvidos nas últimas décadas em todo o país.
O "Arbutus do Demo", é assim que se chama o parque, "assentou na reconstrução fiel da paisagem natural e antropogénica das terras altas do Paiva, num projecto de recuperação em que foi desejado e possível modernizar infraestruturas no respeito pela história e passado do espaço, mantendo o sistema de águas residuais e de rega, as edificações originais, que foram reabilitadas e adaptadas a novos fins, e a estrutura arbórea", explica o responsável.Foram seis anos de trabalho árduo de uma equipa que transformou o viveiro abandonado de Queiriga, pertencente à antiga Junta Autónoma de Estradas, num parque botânico de características pluridisciplinares, que abrange não só as áreas do ambiente, da cultura e da ciência, mas também do lazer e do turismo.Sensibilizar população"O íntimo do parque passa também pelo contributo pedagógico, de mobilização e sensibilização da população, sobretudo das camadas mais jovens. Deverá ser também uma atracção cultural, onde os artistas e criadores possam expressar as suas interpretações. A fotografia, a pintura, a escultura, o design, o teatro, a dança, a literatura e a poesia, são certamente áreas que devem também ser dinamizadas. Na sua diversidade, "Arbutus do Demo" é um produto multifacetado", enfatiza Paulo Barracosa.A reabilitação do parque foi conseguida graças aos fundos do programa comunitário Interreg, resultado de uma candidatura da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva. "Para além da beleza e dos sentimentos que desperta, Arbutus do Demos, como projecto pioneiro que é, apresenta uma enorme importância para a gestão de uma área de conservação e de diversidade de espécies. Através dos centros de conhecimento e conservação das espécies existentes, produzirá investigação científica, deverá ser agente de educação, zelando pelo aproveitamento e valorização do património material no sentido em que a natureza é protagonista e a experiência humana o princípio activo", diz Manuel Custódio, presidente da autarquia, Manuel Custódio.

segunda-feira, 31 de março de 2008

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Fráguas

Antigamente o conselho não era Vila Nova de Paiva mas sim Fráguas.
O conselho de Fráguas vem a ser extinto no ano de 1895 e toda a sua área administrativa vem a ser incorporada no novo concelho de Vila nova de Paiva, criado no ano de 1895.
A freguesia de Fráguas tem uma área aproximada de 12 km2 de superfície e dista 4km da sede do concelho.

Praia Fluvial de Fráguas

Na praia fluvial de Fráguas á um bom parque de merendas.
Neste preciso local existe uma pequena barragem de retenção e encaminhamento para uma mini hídrica, de produção de energia eléctrica, situada a 3km da montante do rio.
A praia é um local onde se pode pescar a famosa truta Fário, o Bordalo, a Boga.

Pelourinho de Fráguas

O Pelourinho de Fráguas é do século XVI, tem cerca de três metros de altura e possui dois degraus.
Na cava talhada da superfície central, estão esculpidas nas quatro faces carões de grossa moldagem. Por cima de cada quina, sobre peça em cubo de coluneto, de faces planas e lisas na parte superior.
Ao centro por fecho assenta uma bola.

Estátua do emigrante

Esta estátua foi feita em homenagem ao emigrante.
Esta estátua foi festa por o senhor professo Orlando Pereira Gomes do ano de 2000.
Ela foi inaugurada no mês de Agosto no ano de 2000.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Queiriga

Queiriga é uma das freguesias do concelho de Vila Nova de Paiva, de cuja sede dista cerca de 6 quilómetros, no distrito de Viseu. A freguesia da Queiriga fica situada a Sul da sede do concelho. Tem uma área aproximada de 35 Km² e, segundo sensos de 2001, uma população residente de 715 habitantes, sendo a densidade populacional de 21 Hab/km2.A freguesia é composta pelas povoações da Queiriga, Lousadela, Minas de Lagares e Quinta das Valas. O seu orago é S. Sebastião. É Freguesia do Concelho de Vila Nova de Paiva, Comarca de Sátão, Diocese e Distrito de Viseu.
Situada a cerca de 4 Km da margem esquerda do rio Paiva e a cerca de 3,5 Km da margem direita do rio Vouga, a freguesia de Queiriga deverá ter tido o seu povoamento na época do domínio romano, pois na região são muitos os vestígios dessa época; contudo, não se exclui a hipótese de ocupação humana em épocas mais longínquas, até porque é visível pelos vários sinais encontrados na região e na freguesia, como antas e dólmens, nos lugares de Juncais (classificada de Monumento Nacional), Fojinho e do Seixinho, como pela sua estratégia de implantação, de carácter defensivo e de controlo sobre o território.

No aspecto patrimonial, para além do já referido espólio arqueológico, Queiriga apresenta ainda a Igreja Matriz e as capelas de Santa Eufémia e as alminhas.
A nível económico, a agricultura e a pecuária continuam a ser as principais actividades dos habitantes de Queiriga.
Vista da Queiriga por satélite

O lar

O nosso lar de idosos tem centro de dia e dormidas para os idosos que lá estão, dão-lhe de comer e cuidam deles.


O centro de dia já existia à muito tempo. o edificio do qual disfrutam de uma noite no lar foi feito à pouco tempo e tem como finalidade ajudar os idosos e para se sentirem à vontade.


A escola

A nossa escola

Depósito de água


Estes depósitos de água armazenam aquela água que vem dos nascentes perto da orca dos Juncais.


Orca dos Juncais

A orca da Queiriga mais conhecida é a orca dos Juncais.


Considerada como monumento nacional, a orca dos juncais é muito antiga. O Dólmen da Orca dos Juncais, também conhecido por "Pedra da Orca", ergue-se em zona aplanada, denominada localmente por "Juncais", junto ao ribeiro de Rebentão que lhe corre a nascente. Localiza-se na freguesia de Queiriga, concelho de Vila Nova de Paiva, e foi classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Junho de 1910. Encontra-se envolvido por um tumulusde contorno oval (30 x 20 m) cujo eixo principal segue a orientação Este - Oeste.O monumento propriamente dito, de grandes dimensões, é constituído por uma câmara funerária de planta octogonal (com 3 m de largura máxima, 3 m de comprimento e 2,40 m de altura máxima) e um corredor longo (7,40 m de comprimento, 2,35 m de largura e 2,5 m de altura máxima). Foi exactamente neste corredor, demarcado por oito esteios de cada lado, que se identificou o fragmento pintado com dois antropomorfos que hoje se expõe no Museu Nacional de Arqueologia.

Serviu de local de tumulação colectiva às populações agro-pastoris de finais do milénio VI / inícios do V a. C. A cronologia foi sugerida não só pela tipologia arquitectónica do monumento mas também pelas pinturas e pelo espólio recolhido em escavações recentes, nomeadamente pontas de seta, de quartzo e de sílex, e fragmentos cerâmicos.



Inscrições na pedra de cima

Aspecto Patrimonial

No aspecto patrimonial , para além do já referido espólio arqueológico, Queiriga apresenta ainda a Igreja Matriz, as capelas de Santa Eufémia e as alminhas.

A Igreja Matriz
A actual Igreja Matriz é de construção simples e foi edificada entre 1953 e 1965. Possui bons paramentos entre os quais uma rica custódia de prata e uma cruz do mesmo metal. A paróquia dispõe de um museu com espólio das minas e arte sacra. Salienta-se ainda uma igreja barroca do século XVIII com três altares em talha da renascença.








A igreja antiga








A Capela de Santa Eufémia




Largo de Santo António


Orago é São Sebastião







A fonte